sábado, 25 de junho de 2016

RAPIDINHA NA HORA DO ALMOÇO

Dia de semana é sempre uma correria. O negão aproveitou o horário de almoço do trabalho, e passou lá em casa pra uma rapidinha gostosa. Mamou gostoso e voltou pro escritório bem alimentado e com o gosto da minha porra na boca. 


















video

sexta-feira, 17 de junho de 2016

FÃ-CLUBE: CADELÃO-SP

(Enviado por CadelãoSP, 24 anos, São Paulo-SP)

Dogao fmza? Sou mlk de sp 24 anos pass submisso adoro rola ser fudido sem dó ser escravo de macho! Sou putao discreto e tenho um tesão do karalho por vc sempre vejo seus videos e gozo pra karalho vou mandar outros emails com mais fotos qro ser seu abc






segunda-feira, 13 de junho de 2016

GALERIA: SUNGÃO

Novinho safado e obediente.











sábado, 11 de junho de 2016

FÃ-CLUBE: GABRIEL

(Enviado por Gabriel, 22 anos, Salvador-BA)

Boa noite, Dogão!

Sou fãzasso seu! Já me masturbei horas e horas vendo os seus vídeos e imaginando vc me dominando e me usando como quisesse. Tenho o maior tesão de ficar sob o controle de outro cara, macho de verdade, uma vez que não sou e nem curto afeminados.
Sou de Salvador-BA, tenho 22a, branco, 1,80m, 95kg, totalmente peludão, como podem ver nas fotos, cabelos e olhos castanhos, discretaço, rabão guloso, a fim de ser usado por cara dominador e mandão, bem sacana, que queria me arrombar e me usar... Urso querendo ser domado!
Desde já, obrigado por tudo, e, se possível, por divulgar estas imagens, pra ver se consigo encontrar caras sacanas e dominadores aqui da região.
Abraço,
Gabriel.






sexta-feira, 3 de junho de 2016

FÃ-CLUBE: LISINHO 25 ANOS

(Enviado por Lisinho, 25 anos, localização não informada)

Oi Dogão, tudo bem? Você pode postar minhas fotos no seu blog? rs, escolhe as que você mais gostar....será uma honra aparecer lá.

bjs!












quarta-feira, 1 de junho de 2016

HOMOEROTISMO E NOVAS FACES COM A INTERNET - por Luigi Silvino D’Andrea

(Artigo de um leitor do blog, utilizando o Blog do Dogão como um dos objetos de análise)




HOMOEROTISMO E NOVAS FACES COM A INTERNET

Luigi Silvino D’Andrea
                                                


RESUMO

O referente trabalho tenta contextualizar a mídia digital, a internet e o cenário homoerótico na contemporaneidade.  Entre suas diferentes formas de expressão, o homoerotismo compõe a cena com a Mídia digital, em que novas estéticas e percursos éticos-políticos se fazem  via internet. Existem vários Blogs e sites em que a cena homoerótica é colocada à mostra de forma estetizada. Nesse sentido, a homossexualidade dá margem a novas tensões entre o público e o privado quando esse cenário homoerótico é, literalmente, desnudado. A cyberercultura faz uma relação direta entre o que se vê, a cena exposta na internet, e o que se faz, criando um cenário de relação entre o espaço real e o virtual.

Palavras Chaves: Homoerotismo, Mídia Digital, Weblogger

INTRODUÇÃO

            Fugindo do padrão heteronormativo, a homossexualidade é uma forma de se relacionar  com a vida  na qual o corpo se abre a  afetações via pessoas do mesmo sexo. Uma pluralidade de sexualidades aí emergem, saindo de um processo binário que tem como parâmetro de normalidade o heterossexual  e as outras formas de viver a sexualidade como anormal.
“ Eu acredito   que um dos fatores de estabilização  será a criação  de novas formas de vida,  de relações de amizades nas sociedades, a arte,  a  cultura  de novas formas que instaurassem por meio de escolhas ética e políticas. Devemos não somente nos defender , mas também nos afirmar, e nos afirmar não somente enquanto identidades de forças criativas” ( FOUCAULT, 2004,p 262).

            Entre essas novas relações de amizades, podemos pensar aquelas que fogem do processo de identificação heteronormativa, novas roupagens ou polimorfismo sexuais, que não coincidem com a identidade biológica, que, no caso, diverge de seu gênero, este tomado como algo construído, não como modelação de um corpo feminino ou masculino.
            Trazendo essas relações de amizades para o campo da sociabilidade homoerótica, e entrecruzando-as com o mundo da era digital – em que um toque no teclado do computador nos faz entrar no mundo virtual e manter contatos  com os meios digitais –, chegamos a “locais” para se conviver a homossexualidade, escolhidos  ou produzidos para fugir de um parâmetro heteronormativo. Locais de afirmação, em que os sujeitos rompem com certos valores universais, criando para si uma nova estética. Esse reinventar de si produz sujeitos que rompem com uma universalização da vida, criando modos plurais e singulares de viver.  Isso permite uma importante reflexão sobre as possibilidades que o sujeito cria para seu corpo, potencializando-o ao desejo (COSTA, 1995).
            Aí se dão sociabilidades marginais e periféricas, silenciadas, que fazem por onde se estabelecer mas sem se essencializar, podendo ter  outra visibilidade, como afirma Guaracira Louro:

As minorias nunca poderiam se traduzir como uma inferioridade numérica, mas sim como maiorias silenciosas que, ao se politizar, convertem o gueto em território e o estigmaem orgulho gay, étnico, ou de gênero(LOURO, 2003).

            Na contemporaneidade, os homossexuais tentam se afirmar dentro de um socius em o sujeito está em tensão contínua com jogos de verdade que tentam impor o heteronormativo, frente aos quais se cria uma linha de subjetivações, um fio condutor que aponta para novas formas de existências.   Nessa emergência, dá-se a visibilidade a uma “minoria”, tornada uma maioria silenciada e que tenta construir espaços em que suas vozes podem ser escutadas, sentidas (ALONGE, 2008).

TRILHAS A SEGUIR

            Foucault, em sua extensa produção, tanto escrita, quanto transcrita, utiliza um método historiográfico arqueo-genalógico.  A arqueologia trabalha com as práticas discursivas ou não discursivas   e sua efetuação no sujeito que fala,  em que contexto esse sujeito se encontra, sendo encontro relacional entre o discurso e  os simbolismos que esses enunciados podem trazer. É verificar o domínio que esse discurso se impõe, aonde se coloca como um saber, aonde essa saber age tanto nas sociedades, instituições,fugindo de encadeamento causal, revelando um nível singular, uma historicidade (FOUCAULT, 2009, p.182-186).
            A arqueologia não se separa da genealogia, mas a primeira faz a análise dos discursos,em quanto a genealogia trabalha libertando  os saberes dos seres sujeitados, não legitimados, aonde há uma relação de poder/saber, e  onde essas relações de poder produzem realidade, criando saberes, e modos de viver ou estilísticas de existência.

“A genealogia seria, portanto, com relação ao projeto de uma inscrição dos saberes na hierarquia de poderes próprios à ciência, um empreendimento para libertar da sujeição os saberes históricos, isto é, torná-los capazes de oposição e de luta contra a coerção de um discurso teórico, unitário e formal e cientifico. A reativação de saber locais – menores como diria Deleuze” (FOUCAULT, 1979, p. 172).

            É importante ressaltar o impacto de Foucault em uma história do presente, principalmente no uso da genealogia, pois ele vai contra um modelo de historia linear, caracterizando a crítica À noção de origem, a descontinuidade e a noção de acontecimento, onde não  se  deve se procurar os segredos solenes, mas os desvios, descontinuidades, erros e os acontecimentos e seus sutis contornos.  Um fato importante é a refutação de uma essência incólume que estaria na origem,  e uma das principais contribuições de Foucault seria o questionamento da verdade (PEREREIRA, 2011, pp 28 -31).
            Trabalhar com o método arqueo-genealógico é trazer que relações de poder produzem um saber, é verificar que verdades perpassam os diferentes jogos e dispositivos. No presente caso, tratar-se-ia de investigar os diferentes processos de subjetivação produzidos e estéticas da existência criadas por e através dos blogs aqui analisados, e em que diagramas de forças ele estão..
            Foucault (1988) utiliza o termo dispositivo como um conceito operatório multilinear, alicerçado em três grandes eixos que, na verdade, se referem às três dimensões que o referido autor distingue sucessivamente. O primeiro eixo diz respeito à produção de um saber, que é a constituição de uma rede de discursos, uma prática discursiva que enuncia um saber, não de forma aleatória, mas dentro de um contexto sócio histórico. O segundo eixo se refere ao poder, não como forma isolada, mas dentro de um contexto sócio histórico.
            O terceiro eixo diz respeito à produção de sujeitos em determinada urgência histórica, algo não pré-concebido, portanto, mas que se compõe estrategicamente dentro de um diagrama de forças.

“É o início tanto do internamento dos homossexuais nos asilos, quanto da determinação de curá-los. Antes eles eram percebidos como libertinos e às vezes como delinqüentes (dai as condenações que podiam ser bastante severas − as vezes o fogo, ainda no século XVIII − mas que eram inevitavelmente raras). A partir de então, todos serão percebidos no interior de um parentesco global com os loucos, como doentes do instinto sexual. Mas, tomando ao pé da letra tais discursos e contornando-os, vemos aparecer respostas em forma de desafio: está certo, nós somos o que vocês dizem, por natureza, perversão ou doença, como quiserem. E, se somos assim, sejamos assim e se vocês quiserem saber o que nós somos, nós mesmos diremos, melhor que vocês. Toda uma literatura da homossexualidade, muito diferente das narrativas libertinas, aparece no final do século XIX: veja Wilde ou Gide. É a inversão estratégica de uma 'mesma' vontade de verdade” (FOUCAULT, 1979, p233-234).

           

HOMOSSOCIABILIDADE E INTERNET
                                                      
            A cybercultura tem como pilar a relação entre sujeito, sociedade e micro-eletrônicos. Hoje em dia existem várias formas de se relacionar com o mundo virtual, de modo geral, por aquilo que se chama “pela internet”, incluindo sites, blogs e outras formas. O 'blogue' é a redução da palavra weblogger, que seria um local em que as postagens ou atualizações são feitas de forma rápida e autoral. Seguindo essa, a cybercultura sustenta novos modos de uma cultura gay.
            Entendida como campo de produção e exercício de relações entre homens, a homossociabilidade encontra no cyberespaço um “local” de propostas homoeróticas, que saem  de uma prática de corporalidades efetivas  para um fora do corpo. No caso, essas sexualidades se mostram, mas com uma estetização perpassada pela lógica cyber(LE BRETON, 1999).
            No cybersexo, os sentidos são restritos à visão e à audição, não há cheiro, nem tato. Há uma teatralização do sexo que compõe a cena, com corpos que se estetizam com fins de estimular o corpo, rebatendo o sujeito além da  tato, em que a visão recebe a afecção daquela cena.

FALANDO EM BLOGS
            Faremos uma análise de dois blogs de conteúdo homoerótico.  Os blogs se diferenciam de outras formas de interação na internet. O blog tem uma caráter diferente de outras formas, devido a seu estilo narrativo, e sua interação instantânea.  Segundo o site Theconoratic[1], de 2011 à 2012 o número de blogs cresceu  68%.  Outro dado importante é que 60% dos blogs são blogs pessoais, e é entre estes que  iremos  realizar a análise. Os weblogs podem ter várias finalidades, e nos blogs que analisamos verificamos  a indicação de outros blogs de conteúdo homoerótico.
            O primeiro blog analisado é o de Andre Dogão.  Todo customizado, com uma descrição do responsável pelo blog na qual se define como ativo, faz um relato de suas preferências sexuais, e coloca um email para interação com os espectadores. Dogão relata que o Blog é uma construção também do público que o assiste.  Na abertura do blog tem uma foto com um rapaz  mascarado escrito “Escravo do Dogão”.
            Dogão se caracteriza como ativo, que curte fisting e sexo entre machos, presente a todo momento a hierarquia no sistema binário ativo/passivo, incluindo o uso de palavras como “socar”, indicando claramente uma relação de dominação por parte do preletor do blogger.  Os vídeos apresentados são realizados pelo próprio Dogão, que guia toda a cena a ser exposta.  Muitos dos que realizam o papel de passivo não têm o rosto a mostra, ou se mostram mascarados. Osmundo Pinho, ao fazer um estudo sobre a pornografia brasileira, nos mostra as relação de poder que aí se apresentam, e cita Collings ( 2005, p 55):

“As políticas sexuais/raciais que vemos teatralizadas no espaço imaginário da pornografia gay mobilizariam parâmetros para uma plataforma de repetição/reprodução de imagens e estereótipos, e como estamos insistindo, como máquina produtora de uma categorizada experiência do erótico, permeada por representações de poder/saber/desejo”
            Há um vídeo em que Dogão e Magno – um garoto de programa, GP, como se autodenomina[2] –  se relacionam. Esse encontro de blogueiros fica mais nitidamente estabelecido através de um link que leva ao blog do GP Magno, fazendo que haja uma percepção de certa network se formando na rede, o que dá idéia de uma simulação de interação física. Há uma linguagem parecida nesses blogs, a exposição do sexo entre “machos” não deixando resquícios de um homem que se afemina. Apesar da polarização passivo /ativo, nos dois blogs o que se propaga é o sexo entre machos.
            Foi através do blog do GP Magno que chegamos ao link do blog de  Rafael de Londrina,  24 anos, auto-denominado boqueteiro, que se inicia indicando como deve ser realizado o sexo oral, “sem nojinho”, através de várias fotos. O blog é todo estilizado e os vídeos são mais profissionais do que dos blogs acima citados, e estão hospedados no  XVideos[3].  Em suas ações, aparece sempre mascarado, e em seus vídeos ele sempre desempenha o papel de passivo e exclusivamente em sexo oral, como a nomenclatura ao fundo do vídeo traz. Estereótipos gays são representados através de designações como Negro Macho 22 e Papai Gostoso. Na barra lateral se encontram links para os blog do André Dogão e GP Magno. Junto a seu rosto sempre mascarado, o visível aparelho nos dentes acaba sendo uma forma de identificação de quem é que ele nos vídeos, e, eventualmente, uma identificação na vida real.

 ENTRELAÇANDO OS BLOGS

            Tomemos a fala de Michel Foucault:

— Sim, claramente. Quando examinamos as diferentes maneiras pelas quais as pessoas têm vivenciado sua liberdade sexual — a maneira que elas têm criado suas obras de arte, forçosamente constatamos que a sexualidade tal qual a conhecemos hoje torna-se uma das fontes mais produtivas de nossa sociedade e de nosso ser. Eu penso que deveríamos compreender a sexualidade num outro sentido: o mundo considera que a sexualidade constitui o segredo da vida cultural criadora; ela é mais um processo que se inscreve na necessidade, para nós hoje, de criar uma nova vida cultural, sob a condução de nossas escolhas sexuais( FOUCAULT, 2004, p  261)

            Entrelaçando com essa fala, podemos perceber que os vídeos têm uma roupagem parecida, com nomes chamativos, como Dogão, no aumentativo, GP, que indica o caráter mercadológico do blog, e o de Rafael de Londrina, que demarca de onde e de que lugar fala. Apesar de mostrar uma variação de formas de sexos, em que a interação com espectador é doutrinada pela lógica cyber, nesses blogs podemos ver três representações do mundo gay: o Ativo, o Garoto de Programa, e o Passivo, lugares estes já previamente determinados pelos vídeos.  Trazendo Michel Foucault em seu Prefácio a O Anti-Edipo:

“Libere-se das velhas categorias do negativo (a lei, o limite, a castração, a falta, a lacuna) que o pensamento ocidental por tanto tempo manteve sagrado em quanto forma de poder e modo de acesso à realidade. Prefiro o que é positivo e o múltiplo, a diferença à uniformidade, os fluxos às unidades, os agenciamentos móveis  aos sistemas, considere que o que é produtivo  não é sedentário, mas o nômade” (FOUCAULT, 1991).

          É importante verificar em que os modelos de sexualidades transgressoras, desviantes  podem ser cooptados por  modelos teatralizados.  Nos blogs aqui sumariamente apresentados e analisados, percebem-se modelos de representações dentro do mundo gay que, apesar de serem transgressores em relação ao heteronormativo, são marcados por uma subjetivação homogeneizante, por um comportamento esperado, em que a variação não é possível.


REFERÊNCIAS

Alonge da Silva, Wagner. Blogs entre o continuum e o degradé: um estudo de gêneros ciberjornalísticos e critérios de noticiabilidade .Dissertação (Mestrado)–Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação, Bauru, 2008

ANDRÉ DOGÃO. http://andredogaorj.blogspot.com.bracesso no dia 09/07/2013
BUTLER, J, Corpos que pesam sobre os limites discursivos do “sexo” In: LOURO, G. (org) O corpo educado: pedagogias do corpo, Belo Horizonte.
COSTA, Jurandir Freire. O sujeito em Foucault: estética da existência ou experimento moral? Tempo Social; Rev. Sociol. USP, S. Paulo, 7(1-2): 121-138, outubro de 1995.

D’ANDREA, Luigi Silvino;  CEREZZO, Antônio Carlos. Gp magno: relações entre a prostituição masculina e a internet. I seminário desfazendo gênero, Natal, 2013
FERREIRA, M. S.Textualidade da cidade contemporânea na experiência homoerótica. In: LOPES,L.P.M. E BASTOS, L. C. (Orgs) Para além das identidades: fluxos, movimentos e trânsitos – Belo Horizonte: Editora UFMG. 2010.
FOUCAULT, M. A arqueologia do saber. Rio de Janeiro. Forense Universitária, 2009.
___________.  Genealogia e poder. In: Microfisica do poder, Rio de Janeiro, Edições Graal, 1979.
___________. História da sexualidade 1. A vontade de saber. 8ª ed. Rio de Janeiro: Graal, 1988.
__________. Michel Foucault, uma entrevista: sexo, poder e a política da identidade. Verve, 5: 260-277, 2004. Acessado em 25 de agosto de 2012      http://revistas.pucsp.br/index.php/verve/article/viewFile/4995/3537.
__________. Não ao sexo rei. In: Microfisica do poder – Rio de Janeiro – Edições Graal, 1979.
__________O Anti-Èdipo. Uma introdução a vida não fascista. IN: Escobar, C. H., Dossiê Deleuze. Rio de Janeiro: Holon Editorial, 1991.
MAGNO MORENO, GP,< http://morenomagnoboy.blogspot.com.br> acesso dia06/07/2013
PEREIRA, L. A. A genealogia foucauliana como ferramenta para escrita do presente                                  In: REBELLO JR, H; LEMOS, F. C. S. (Orgs) FOUCAULT E DELEUZE/GUATTARI: CORPOS, INSTITUIÇÔES E SUBJETIVIDADES– São São Paulo: ANNABLUME editora.2011
RIOS, Roger Raupp. Homofobia na perspectiva dos Direitos Humanos e no contexto
dos estudos sobre preconceito e discriminação. In: JUNQUEIRA, Rogério Diniz
(Org.). Diversidade sexual na escola: problematizações sobre a homofobia nas escolas.Brasília: Edições MEC/UNESCO, 2009.





[1]                O Tecnocratic é um site que pesquisa os blogs e como eles mesmo intitulam a blogosfera.
[2]              Especificamente sobre o GP Magno, ver D'Andrea e Cerezzo, 2013.


[3]              XVideos é site em que pode se criar uma conta pessoal e colocar vídeos amadores.http://www.xvideos.com/

terça-feira, 31 de maio de 2016

FÃ-CLUBE: ALEXANDRE

(Enviado por Alexandre, 22 anos, Balneário Camboriú-SC)

E ai André seu lindo. Tudo bem? Me chamo Alexandre. Moro aki em Balneário Camboriú. Tenho 22 anos. Adoro vc. Vc é gostoso da cabeca aos pés. Ver seus videos me deixam maluquinho. Com agua na boca. Vc é totalmente meu tipo. Me acabo tocando uma,vendo seus videos. Vc é macho. Ativo e dominador. Cara como gostaria de achar alguem assim como vc por aki. Mas ta difícil. E quando acho. Querem sem capa. E não curto. Nossa fico imaginando vc me comendo.. Cara faria tdo o que vc mandasse. Tenho fetiche doido por pés.e os seus são perfeitos. Adoro gozar olhando e desejando seus pés. Curto também uma chuva de ouro. Nossa.. Adoraria levar uma sua. Meu adoro esta sua barriga também.que vontade de beijar sua boca. E me entregar aos seus desejos. Gostaria d um dia se encontrar contigo. Seria um desejo virando realidade. Sorte de quem já ficou contigo. Vc e lindo. Gostoso. E eu desejo tdo de melhor pra ti. Se puder posta minhas fotos no blog. Bjos Lindão.